Kimberly? Sim, um dos maiores BURACOS do mundo está na África do Sul e replicou-se na Europa - saiba como!
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Portugal derrotado?
Estou sem palavras!
Será que é da mudança da estação, será que foi por causa do inicio da aulas, do fim de semana prolongado ou porque as ultimas declarações do ministro Gaspar nos deixaram petrificados?
As grandes manifestações pararam!
Já sei, foi por causa da mais alta autoridade do País ter hasteado a bandeira de cabeça para baixo em sinal de derrota. Não podia ter sido escolhido melhor dia, talvez no 1º de Dezembro tivesse mais impacto.
Serão as boas noticias que o canal do estado passa de 5 em 5 minutos relativamente á baixa de juros da divida, será o facto da devolução de um dos subsídios em duodecimos, serão as declarações posteriores do Gaspar a dizer que afinal vai poder suavizar as enormes medidas com o despedimento de 50.000 funcionários do estado, será o Homem de Massamá a dizer que estamos no bom caminho, serão as organizações mundiais a dizerem que vamos recuperar a economia já no próximo ano; será que estas bestas não conseguem parar de mentir, será que este povo dito "valente e imortal" não acorda de uma vez por todas, será que não há uma alminha que assuma o papel da oposição e diga, BASTA!
Será que os Portugueses ainda não perceberam que vão ficar sem casa, sem que comer, sem bens, sem economias, será que estes Portugueses acham que são anúncios como o daquele vendido do Sala ou do OLX é que vão salvar o nosso coiro?
Salazar dizia, que se vão os anéis, mas que fiquem os dedos, mas hoje nem os dedos ficam.
Como se pode afirmar que depois de se destruir uma economia e as poupanças das famílias e das empresas a retoma vai acontecer?
Acontece sim, mas depois de tudo estar destruído e se tivermos em conta que o dobro de 1 são 2 e que os bancos vão ficar com as nossas casas, carros enfim, a nossa vida.
Alguém questionava, se as penhoras das casas por via da falta de pagamento do IMI iriam para o estado ou para os bancos, é indiferente porque o estado vai fazer o papel dos bancos, poupando estes de fazer provisões sobre o credito mal parado - sócios na vida e na morte - depois a venda ao desbarato.
Continuem a dormir caros confrades, porque não vai haver nenhum príncipe encantado para vos acordar, apenas sapos gordos e lustrosos.
Até o Homem de Massamá já se pós ao fresco, agora mora em São Bento, é mais seguro; quem me dera ter um porto de abrigo...
Só tenho pena de ser apenas um e de escrever para acalmar a revolta que sinto por estar a assistir a toda esta mentira unicamente para se manter a velha ordem e não aproveitarmos este momento para romper com o passado e criarmos um País a pensar nas pessoas e especialmente nas crianças.
Não se iludam com as figurinhas do PSD a dizerem que isto é um assalto á mão armada, amanhã estão eles no governo aliviar o aperto em que estão agora, a ideia é salvarem-se a eles próprios, eles não estão a pensar em si!
Comprem uma bandeira Portuguesa (tb valem as Made in China) e coloquem-na na varanda de pernas para o ar e peçam ao google maps para colocar o Algarve no Minho e vice versa.
MOSTREM O VOSSO DESAGRADO, AFINAL SÃO A MAIORIA SILENCIOSA.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
IMI, ARMA DE DESTRUIÇÃO FAMILIAR
Finalmente Portugal tem uma arma nuclear, chama-se IMI.
Durante anos, quer governos quer bancos, incentivaram os Portugueses a consumir e investir em bens duradoiros, concretamente imobiliário.
Era bom para o País, para a banca, para os construtores, trabalhadores, para os impostos e supostamente, tratavam-se de bens duradoiros valorizáveis e transacionáveis.
Comprar casa era mais adequado do que alugar. Assim a lei "obrigava".
E de um momento para o outro, passámos de bestiais a bestas, e a culpa é do povinho que vivia acima das suas possibilidades.
Passado um ano, vivemos abaixo das possibilidades!
O imobiliário não vale o preço de custo, nem se vende. Não existe procura nem credito á habitação. Os bancos estão falidos!
Os proprietários entregam as casas aos bancos e ainda ficam endividados porque nada se vende.
E como por milagre, o IMI aumenta e o seu imóvel que nada vale, porque hoje é uma ancora tipo almirantado, só vale para o estado, e como vale!
Como é que uma família de classe média HONESTA consegue rendimento disponível para pagar o saque selvagem de impostos do estado.
Estamos perante uma nova forma de escravatura humana em pleno século XXI.
Onde pára o comissário Guterres para os direitos humanos e deslocados?
Pena é que não tenhamos oposição, Louçã e Gerónimo lutam para manter os seus empregos. Limitam-se a apregoar a insatisfação, chamam a si o poder das manifestações mas quando lhes perguntam por soluções, até os olhos reviram.
E o Seguro, será a versão masculina do pote que vai á fonte, formoso e não seguro?
Falta-lhes mas é coragem!
Voto numa moção de censura á oposição, demitam-se do vosso papel.
Este governo está sequestrado pelo liberalismo selvagem Merckliano, já fomos invadidos, por bárbaros e vândalos, romanos, árabes e franceses e agora pelos HUNOS.
Quanto aos primeiros, corremos com eles, quando corremos com estes?
SABIA QUE PODE RECLAMAR JUNTO DO SEU DEPUTADO A QUEM PAGA O SALÁRIO COM OS SEUS IMPOSTOS?
http://www.parlamento.pt/DeputadoGP/Paginas/Deputados.aspx
Desemprego, Esplanadas e Jornais
Quem disse que o desemprego era um flagelo social, enganou-se!
O desemprego faz bem á economia, senão vejamos.
As esplanadas estão cheias de desempregados a beber um cafezito e um copo de água (ainda grátis), a ler um jornal (normalmente desportivo) e no final do dia pedem uma factura em seu nome com o seu número de contribuinte.
Afinal o desemprego ajuda a restauração e a comunicação social, logo, faz bem á economia.
Venha mais desse flagelo, em breve o País torna-se na maior força de desempregados da Europa e ainda podemos ter ganhos adicionais na exportação deste "bem" social e torná-lo num case study.
Portugal no seu melhor!
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Comédia trágica, by Passos Coelho
Impostos, Taxas, ou simplesmente mais confisco?
Só o Governo e a Troika é que sabem.
Depois do célebre comunicado do Homem de Massamá, que anunciou as mexidas na TSU e que redundou num enorme fracasso politico, vem agora aplicar a mesma receita em termos de estratégia.
Já não bastava a receita da espiral de recessão, agora é a receita do "aqui mando eu" porque tenho legitimidade, fui eleito pelo povo português.
Será que este pai de família não tem televisão em casa ou um espelho para perguntar, espelho meu, espelho meu, quem é mais burro do que eu - e se o espelho respondesse - O Borges!
Não discutir internamente com o País, nem avisar os parceiros e ir novamente pedir o ámen á TROIKA e somente depois anunciar ao País o que bem entendeu, vai certamente ser mais do mesmo, temos que nos interrogar se é estupidez ou estratégico.
Ele quer é mesmo ir embora, mas em grande estilo, com o povo a apoiá-lo nesta retirada forçada e poder eternizar esta mágoa no facebook onde irá lavrar a sua pieguice e habituais amuos de forma indelével.
Afinal de contas, o governo existe, porque existem cidadãos ou existimos, porque existe um governo, ou melhor um conjunto de representantes da chancelaria, democraticamente eleitos pelo povo português?
Senhores governantes, façam a vontade da Troika e ignorem as formiguinhas cujo valor é insignificante tendo em conta outras raças superiores.
Afinal, o fim do mundo, não vai ser por via da colisão de um meteoro ou pela explosão do Sol, mas pelo engolimento da Europa pelo enorme buraco aberto em Portugal.
Os Deuses devem estar loucos!
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Nova Constituição, novo Parlamento, novo paradigma
Em breve estaremos sem governo e corremos o risco do poder cair na rua.
Está na altura de começarmos a falar dos caminhos a percorrer para um novo paradigma económico e social.
O ponto de partida começa num novo parlamento e numa nova constituição, por esta ordem.
Começamos por uns Estados Gerais, com elementos sugeridos por todas as actuais juntas de freguesia, donde sairiam representantes em igual número das grandes divisões geográficas do País.
Como se compõe este parlamento ZERO, com 80 elementos no máximo sem mordomias para além daquelas que uma PME usufrui nos dias de hoje e com ordenados ajustados ao momento de emergência que vivemos e um orçamento ZERO. A cantina passaria a ser gerida como as das escolas deste País e as regras de funcionamento as de uma empresa em austeridade com um tesoureiro que só efectua pagamentos depois de autorizados.
A sua composição terá de ser heterogénea com representatividade de todas as áreas, sectores e profissões, enfim delegados de norte a sul e ilhas.
Nenhum dos representantes poderia ter tido cargos políticos directos ou indirectos ou representantes de empresas ou grupos económicos ou até de ordens, fundações ou associações.
A primeira abordagem deste Parlamento seria a de criar uma nova e mais acessível Constituição, de forma a que o cidadão comum a soubesse interpretar.
A seguir, reunir com as antigas estruturas, extingui-las ou adapta-las (as que fizerem sentido existir á luz da nova Constituição).
A nova constituição seria referendada pela população.
A nova constituição seria referendada pela população.
O sistema de voto, seria 1 pessoa 1 voto. Elegeria os seus representantes no Parlamento.
Numa fase de transição nunca inferior a 5 anos, o sistema seria presidencialista mas subordinado ao escrutínio do parlamento como elemento de fiscalização e assessorado por um conselho de senadores.
Os partidos não existem! Existem representantes do cidadão que seriam eleitos por eleições regionais. As regiões não seriam mais do que 8.
O Parlamento elege o Presidente.
O Parlamento elege o Presidente.
Áreas primordiais, Segurança interna, Economia e Finanças, Apoio Social, Educação, Justiça, Industria, Comercio e Energia e Telecomunicações.
As câmaras desaparecem e passam a existir lojas do cidadão de grande ou menor dimensão que levam os serviços centrais ás regiões.
A televisão estatal serve de canal de informação da nova cidadania.
A nova ordem social mais justa e equilibrada socialmente discutiria o pedido parcial ou integral do perdão da divida com regras ajustadas, ou pagar no tempo e com juros próximo de zero.
Delírio, sonho ou destino, a decisão é nossa, nenhuma economia pode estar 10 ou 15 anos em recessão como disse o PM.
Pensemos todos nisto! Pensemos no nosso futuro e principalmente no dos nossos filhos!
Delírio, sonho ou destino, a decisão é nossa, nenhuma economia pode estar 10 ou 15 anos em recessão como disse o PM.
Pensemos todos nisto! Pensemos no nosso futuro e principalmente no dos nossos filhos!
Somos ignorantes!
Sr. António Borges, obrigado pela sua constatação! Os empresários são uns ignorantes! Os políticos é que sabem!
Os empresários existem, porque existe António Borges!
E o Sr. o que é?
Só vi uma mão cheia de defensores da TSU e eram todos do governo ou seus consultores, não acha um bocadinho forçado e de mau gosto as suas afirmações?
Cada um pode e deve ter as suas convicções mas o Sr. foi longe demais e passou de ter ideias perversas, a mal educado e arrogante.
Como não espero muito mais das suas faculdades, estou certo de que o normal pedido de desculpas vai redundar em algo parecido com aquele condutor que comunica á concessionaria da autoestrada de que todos os condutores circulavam em contra mão, só ele dirigia na faixa correcta.
Sr. Borges, volte para donde veio e deixe de ser o "papagaio" da TROIKA!
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
De bestiais a bestas em 30 segundos!
Os usurários revoltaram-se! Portugal acordou!
Os portugueses começam a perceber que pertencem a uma raça em vias de extinção, sem passar pelo estado de pobreza, directamente para a vala comum!
Se eu fosse primeiro ministro (para já, dormia mal todos os dias) interrogava-me se o meu papel era o de liderar o meu País e aqueles que votaram em mim em passo acelerado para o precipício, ou pelo contrário, levá-los para um terreno favorável onde pudesse travar uma batalha justa e moral.
Os portugueses podem não saber explicar as suas razões quando entrevistados no calor das manifestações, até podem não saber o nome de todos os impostos a que estão sujeitos nem para que servem, mas sabem certamente quais os limites que separam o esforço necessário e possível do saque selvático e imoral para fazer a vontade aos usurários - TROIKA, Alemanha e Bancos.
Não há memória na historia, de ajustamentos em dois anos, ou então temos que mudar o nome de resgate para saque.
A Bardamerkel é que disse o que pensa, os povos do sul têm que ser castigados!
Estes senhores, têm a memoria curta e esquecem-se do que fizeram ao Mundo, á Europa e aos Europeus e já agora, a algumas etnias ditas inferiores num passado recente.
Será que estamos perante o mesmo fenómeno, mas agora as armas são a asfixia financeira para terem trabalho escravo nas fábricas a construir neste futuro deserto?
Eu não me considero inferior a um alemão ou a um nórdico, apenas diferente forçosamente.
Mas garanto, que se tivesse as mesmas ferramentas de um alemão faria melhor do que ele, porque ao contrario do que para aí se diz não somos cigarras nem formigas, somos empreendedores e responsáveis, mas temos uma canga de ladrões e governantes incompetentes que gerem a nossa vida desde á 30 e tal anos.
Aos Portugueses e Portuguesas, quando lhes dão oportunidade e não lhes cortam as pernas, têm cargos de elevada responsabilidade e destaque em todos os cantos do mundo e em todas as áreas, sejam elas quais forem.
Se disserem o contrário estão a mentir.
Os Portugueses têm capacidades inerentes a um povo milenar, guerreiro, rude, destemido, empreendedor, fiel, trabalhador, explorador, e não têm espírito para ser escravos, formigas, carneiros, chernes, ou trabalhadores de mão de obra barata.
Quando se paga com amendoins temos macacos a trabalhar para nós e quando nos metemos com piolhosos, apanhamos piolhos.
Sem medo, mostremos quem somos a esta Europa de velhos arquétipos e de velhos do Restelo, já que os Lusíadas estão na moda, Sr. Primeiro Ministro.
Deixe-se de tretas e faça o seu trabalho, ou então resigne ao cargo, e já agora, não se sente á mesa com banqueiros, eles fazem parte do problema ou será que já se esqueceu da génese da crise mundial e daquilo que lhes pagamos em juros?
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